"Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus. Tempo de absoluta depuração. Tempo em que não se diz mais: meu amor. Porque o amor resultou inútil. E os olhos não choram. E as mãos tecem apenas o rude trabalho.E o coração está seco."
Carlos Drumond
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terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Morte
Não vivo à espera do fim,
mas sim, à espera do começo.
Daquele que vai me livrar do peso
de tentar ser um sujeito melhor.
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